segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Eis aurora frente a escuridão nuturna

Desilusão sim.
A tristeza já não é silenciosa.
Grita, arranha e se alimenta de tudo que há em mim.
Sou carne viva,
mas não fraca!
Cada dia, cada passo.
Cada dia, cada passo.
Para cada noite de dor imunda,
há um dia e um passo.
Grita, arranha,
mas segura o pranto que não é hora de parar.

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